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Declarações do treinador do Estoril, Sérgio Raimundo, na sala de imprensa, após a derrota por 4-0 ante o FC Porto, em jogo da 10.ª jornada da Liga portuguesa:
Se acredita até final ser uma equipa com mais posse e parecer-se mais com o que foi o Estoril em 2025/26:
«Temos de ver a posição em que estamos agora. Temos dois pontos. Em relação ao tipo de jogo, obviamente que influencia um pouco. Sofremos bastantes golos e temos de trabalhar mais algumas situações defensivas. Queremos ser um tipo de equipa, mas agora pensamos em trabalhar diariamente e ganhar pontos, a urgência neste momento é essa.»
Objetivo desta estrutura, sabendo da capacidade do FC Porto chegar à área e se queriam explorar as transições:
«Jogámos com um bloco um pouco mais baixo, com uma estratégia um pouco diferente. O FC Porto é uma equipa que eu já vejo há muito há muito tempo e tem um treinador que eu conheço também. Sei, em geral, o que é que exploram, mas acho que estivemos bastante bem. Levámos um golo aos cinco minutos, mas chegarmos ao intervalo a defender bem. Os cruzamentos entravam, mas estávamos a controlar euma coisa que tenho aprendido e aprendi bastante noutros países, como a Escócia e Inglaterra, é sabermos defender e ficarmos bem posicionados, confortáveis a ter menos bola. O lance do primeiro golo foi um lance que nós treinámos a nível defensivo, mas infelizmente a bola entrou. A partir daí mantivemo-nos fiéis, conseguimos sair, antecipar primeiras bolas, ganhar segundas, os jogadores sabiam bem o que que posições cobrir. Senti que estávamos confortáveis ao intervalo. Quando estávamos a pensar arriscar um pouco mais, no momento que íamos fazer uma substituição, mudaram os planos porque o FC Porto fez o 2-0. A partir daí arriscamos e ao arriscar podíamos ter marcado, mas acabámos a sofrer.»
Como está Pedro Carvalho e porque é que prescindiu de João Carvalho neste jogo:
«O Pedro está bem, é o mais importante, como referi também na flash, espero que o adepto do FC Porto também se encontre bem, a vida humana é sempre mais importante do que qualquer outra coisa. O João, eu falei com ele, é um jogador com grande experiência e grande qualidade. Mas o tipo de jogo que nós tínhamos e se virem como nós montamos o meio-campo (…) no fundo jogámos com três jogadores muito fortes naquele meio-campo e jogadores mais rápidos na frente de ataque.»