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O volante Santiago Sosa, do Vasco, criticou a arbitragem por não ter chamado uma revisão à beira do campo para avaliar o lance de mão na bola envolvendo o zagueiro do Palmeiras, Alexander Barboza, no primeiro jogo da semifinal da Copa do Brasil.
A situação ocorreu no início do segundo tempo, e o árbitro Anderson Daronco nada marcou, apesar do pedido de pênalti do lado vascaíno.
"Eu estava muito longe do lance, mas os meninos me disseram que foi [mão]. O que eu esperava é que o VAR chamasse o árbitro para ele poder ver o lance, e depois, claro, o árbitro decide. Mas enfim, não chamaram. Isso dá raiva, porque é um lance que nos permitiria fazer um gol. Bom, é isso. Tomara que isso mude", disse Sosa, após a partida.
O lance foi um dos que foram capitais para a vitória por 1 a 0 do Palmeiras, que carrega uma vantagem para o duelo de volta, domingo que vem, em São Januário.
O VAR que estava na cabine é Rodrigo D'Alonso.
A jogada também gerou questionamentos do presidente Pedrinho, que foi visto conversando com Daronco no túnel de acesso ao gramado, pouco depois do apito final.
O dirigente nitidamente fazia o gesto do braço de Barboza dando a volta no corpo e atingindo a bola. Daronco deu suas explicações, em um diálogo que não chegou a parecer ofensivo, pela linguagem corporal dos dois.
"Estamos com muita fé, junto com os companheiros. Hoje fizemos um jogo bem defensivo, infelizmente perdemos. Não era o que queríamos, mas estamos com fé, o confronto está aberto. É uma equipe muito difícil, o Palmeiras. Defendem bem e atacam bem quando têm espaço. Então agora é ter cuidado com isso, mas estamos com fé", completou Sosa, sobre o confronto.