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Dizendo viver um dos momentos mais felizes da carreira, Gonçalo Ramos explica a importância da troca do PSG pelo Milan.
"Agora estou a jogar mais, estou num clube onde há mais espaço para jogar e claro que me ajuda a estar feliz. Gostamos de sentir-nos úteis e importantes. Estou a jogar mais na Seleção, é importante, é uma montra diferente. Pela Seleção há um superpoder diferente", refere, em entrevista ao programa "Soltinhos pelo Mundo", do Canal 11, confessando: "Queria sair do PSG, em janeiro era complicado, não era a melhor opção para mim. Estava numa altura em que já só queria sair. Não houve abertura, o clube disse que não fazia sentido. Mas o Luís Campos garantiu-me: 'Vou deixar-te sair no verão, dou-te a palavra'. De um momento para o outro surgiu o interesse do Milan, veio o míster Rúben Amorim e ligou-me. Pode haver projeto e muitas coisas importantes, mas quem nos mete a jogar é o treinador. Já tinha o Milan, depois o míster, que me queria, e depois um dia o Jorge ligou-me de manhã e disse: 'Está feito. Está fechado, não te preocupes'. Com o Jorge está seguro."
Gonçalo Ramos revelou ainda a conversa com Rúben Amorim: "Ligou-me e disse que queria um ponta-de-lança para a equipa, que eu era a escolha dele, para eu acreditar que íamos fazer coisas bonitas juntos, que nos íamos divertir e que estava a forçar ao máximo para me trazer para o Milan. Agradeci. A brincar, a brincar, ainda pagaram uma montanha de dinheiro, não estava à espera."