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Rotação e expulsão de Durán contra o Santa Clara: "Falou da questão do Rui [Borges] e do Sporting, mas são situações diferentes. O nosso aspeto é diferente porque eles tiveram praticamente 48 horas entre os dois jogos. No nosso caso houve a viagem e ouvimos o feedback de alguns jogadores. Podemos ou não fazer alterações, mas sempre com o objetivo de termos jogadores frescos, não perdermos a essência e, em algumas posições, manter parte da estrutura. É um jogo decisivo e queremos muito estar na final-four. Respeitamos o Gil Vicente, mas é ainda mais importante olhar para nós. Durán? Não temos qualquer decisão. Fiz a análise que fiz pelo feedback que tive do jogador. Já tive acesso ao relatório e só veio confirmar as minhas declarações no final do jogo. Tudo o que li só me veio dar mais certeza de que não tinha acontecido absolutamente nada. Felizmente acreditei no jogador e é esse o meu papel, quero que sejam honestos, errando ou não errando. Todos erramos na vida. Mas só veio confirmar o que eu tinha dito. Estou muito curioso para perceber qual será a decisão depois de ver o que vi e de ler o que foi escrito. Ele está convocado para amanhã".
Caso Durán mostra necessidade de se rever aspetos disciplinares? "Sim, possivelmente. É óbvio que estamos a falar de um jogador que vê um vermelho totalmente injusto e, neste momento, estamos na dúvida se pode ser utilizado. Percebo a questão, que tem que ver com os timings da reunião de quem vai tomar essa decisão. Se se marcam jogos tão próximos uns dos outros, era importante haver decisões a tempo para sabermos com o que contar".