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Amanda Nunes, grande nome brasileiro no MMA feminino, vai voltar ao octógono do UFC no dia 14 de novembro, enfrentando Kayla Harrison, pelo título na categoria peso-galo.
Em entrevistas de divulgação do evento, que vai acontecer no Madison Square Garden, em Nova York, nos Estados Unidos, a ex-campeã declarou que o seu retorno não foi motivado pela atual campeã e que, independente de quem estivesse com o cinturão, ela teria voltado mesmo assim.
Em seus planos, Amanda não vê a luta com Harrison como um evento único. Se ela vencer, ainda pretende defender seu cinturão contra possíveis desafiantes, mas evita elencar nomes.
“Eu teria voltado de qualquer jeito”, diz Amanda.
Amanda também contou que a decisão de parar de lutar foi consciente porque, em uma longa jornada como campeã, a pressão é muito intensa e ela sempre tinha que lidar com a expectativa de que tinha que superar cada performance com algo incrível para o público.
Enquanto ela fosse dona do cinturão, os promotores do evento iam continuar marcando compromissos e cobrando que ela estivesse sempre pronta para enfrentar quem quer que fosse.
“Eu estava completamente esgotada e precisava de uma pausa”, disse Amanda.
Com o afastamento, Amanda também teve tempo de cuidar de pequenas lesões persistentes que o ritmo de competição e treinos impedia que fossem completamente curadas.
Outro fator que ajudou Amanda a retomar seu prazer pelo esporte foi o treino em sua casa, com a equipe que ela escolher, que é sempre formada por indivíduos comprometidos com a sua evolução.
Além disso, Amanda também gostaria que sua filha mais nova pudesse vivenciar suas conquistas do mesmo modo que a filha mais velha vivenciou.