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A CBF não deve comprar uma briga com a Conmebol no caso da licença de Seedorf e tende a seguir o que a entidade sul-americana sinalizar, disse Joanna de Assis no De Primeira, do Canal UOL.
Segundo a jornalista, o Corinthians enviou via CBF documentos extras para tentar recorrer da decisão, mas a Conmebol mantém como requisito três anos de experiência como treinador principal.
O que a Conmebol exige é, de fato, uma experiência como treinador principal de equipes de Série A, em Liga A. Essa exigência não tem documentação que o Corinthians possa providenciar nesse momento para mudar essa lacuna. A bola volta para a CBF. Se ele está atuando com uma licença provisória, qual é a postura da CBF agora? O que me parece é: a CBF não vai comprar uma briga com a Conmebol, ela vai obedecer o que a Conmebol sinalizar.
Joanna de Assis
Segundo Joanna, os documentos enviados pelo clube não alteram o ponto central do processo. Ela citou exemplos do que não entra na conta da Conmebol, como trabalho em categorias de base.
A regra, o requisito é muito claro: são três anos como profissional. Tem que ser time profissional, então não vale sub-20, não vale sub-17, não vale ter sido auxiliar, não vale ter dado aula.
Joanna de Assis
A jornalista disse ainda que a CBF tem liberado Seedorf enquanto o Corinthians tenta reverter a decisão, mas que o cenário pode mudar com o veredito Conmebol.
Se eles analisarem rápido e falarem que essa documentação extra não vale de nada, ele vai seguir barrado. A CBF não vai comprar uma briga com a Conmebol, ela vai obedecer o que a Conmebol sinalizar, então ele não pode.
Joanna de Assis
Se a proibição se confirmar, a saída citada por Joanna é Seedorf atuar como auxiliar, com limitações. "Ele pode estar sentado no banco, mas não pode comandar o time", disse ela.
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