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"Acima de tudo, o que temos sido como equipa. As boas exibições ajudam-nos a ser mais fortes, a ganhar jogos, temos de ser fiéis à nossa identidade e à nossa forma de jogar. O adversário pode complicar a tarefa. Inegociáveis são as características que temos de ter como equipa durante a preparação para o jogo e que depois temos de conseguir executar. Sermos iguais a nós próprios e melhorarmos alguns aspetos. O Alverca joga numa estrutura um pouco diferente. Sem bola, é igual a quase todos os outros adversários que defrontámos, mas com bola tem características diferentes. Temos de ajustar o nosso momento de pressão. Temos de ser iguais a nós mesmos."
"A titularidade terá de esperar por amanhã para saber. São características diferentes. O Rafa teve um excelente início de temporada, numa posição em que não jogava há algum tempo. Eles têm começado na mesma posição no papel, mas são jogadores diferentes. Ainda vamos acrescentar mais um jogador no futuro para esse corredor direito. Queremos dar à equipa todas as opções possíveis. O Lukebakio fez dois golos, teve uma exibição muito boa e jogou 90 minutos, o que não é normal. Ele vive muito de acelerações e tem de conseguir conviver com o desgaste e ser consistente durante os 90 minutos. É importante ele ganhar essa capacidade, só assim vai começar também a ser titular. Estou satisfeito com a capacidade dele de se ligar à equipa. Vive muito do um contra um, mas, na nossa forma de jogar, essa não é a primeira nem a segunda forma de chegar à baliza. São importantes as conexões por dentro e por fora. Ele e o Sudakov combinaram muito no último jogo, com o Lukebakio a ser um jogador de servir e não de finalizar. No último jogo, teve melhorias em relação aos anteriores. Mas um jogador ter uma boa exibição não quer dizer que esteja à frente de outro. O Rafa também entrou muito bem e contamos muito com ele. Não vou definir hierarquias na equipa, não existem. Depende da estratégia, do planeamento para o jogo, etc. Temos muitas questões em cima da mesa para tomar a decisão final."
"É difícil dizer como vou reagir. Muitas vezes reajo como ser humano, tento ser o mais equilibrado possível e manter a maior calma possível, mas às vezes não tenho. Sou emocional. Às vezes também não fico satisfeito comigo mesmo. Após o jogo com o FC Porto, disse que não queria falar, porque havia questões mais importantes do que a arbitragem. Tentei, ao máximo, falar mais de outras coisas. Na conferência, acabei por falar de arbitragem. Queria seguir por um caminho e não consegui. Nem sempre consigo. A forma como irei reagir depende do momento. O futebol tem muita emoção por trás. Todos nós, nem sempre conseguimos não reagir às emoções."