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Declarações de Marco Silva, treinador do Benfica, na antevisão ao jogo com o Lech Poznan (quinta-feira, 20h00), na quarta jornada da Liga Europa
Já disse que quer ir o mais longe possível na Liga Europa. Os adversários começam a olhar de forma diferente para o Benfica? "Não sei. Não gosto muito de falar de favoritismo, isso prova-se dentro de campo. Estamos numa fase de liga, ainda muito inicial nesta competição, com seis jogos que não são muito habituais para este clube. Independentemente de termos começado com o pé esquerdo, reagimos bem e temos vindo a crescer. Quando marcamos muitos golos, jogamos de forma muito clara, mas nem sempre isso é possível, como aconteceu no último jogo. Temos é de ganhar jogos e apresentar um futebol à nossa imagem, embora, por vezes, isso não seja possível. Não termos sofrido golos contra o Alverca foi muito positivo. Só marcámos um golo, algo a que não estamos habituados. Se fizermos bem a outra parte do jogo, que é não sofrer golos, estaremos mais perto de vencer. Ao longo da época, as equipas analisam-nos, tal como nós as analisamos, sempre com muito respeito. Temos de ter capacidade para desmontar os adversários, com qualidade, leitura de jogo e capacidade de tomada de decisão."
Palhinha tem sido importante. A gestão física dele preocupa? "Dentro das nossas possibilidades e daquilo que queremos gerir, contra o Omonia começou o Manu e tínhamos previsto que o Palhinha jogasse na Taça da Liga. Decidimos fazer diferente e optámos por rodar a equipa frente ao Omonia. Tem a ver com o planeamento. Com a lesão do Enzo, não pudemos fazer tanta rotação. Frente ao Omonia, conseguimos fazê-lo, mas não quero particularizar apenas com o João [Palhinha]. Tem tido alguns minutos, mas está longe de ser um dos jogadores com mais minutos nesta época. Temos os dados necessários para gerir a situação da melhor forma, mas, quando disputamos competições europeias, é quase impossível ter todos os jogadores frescos. O João está habituado a isso e está preparado."