Voltar
Vangelis Pavlidis: Nem sempre é preciso um jogo de encher o olho ou uma exibição do outro mundo para se ser destaque. Num dos jogos menos influentes do passado recente, até pela marcação mais agressiva dos centrais do Alverca, conseguiu quebrar o enguiço e marcar aos ribatejanos. Continua de pé quente e, ao fim de 18 jogos, leva… 18 golos.
Claudio Echeverri: Entrada impressionante em campo e com rendimento imediato. Saltou do banco ao intervalo e, poucos minutos depois de entrar, desequilibrou e carimbou um penálti. Por dentro, tem recursos muito interessantes, sendo capaz de alternar momentos em espaços curtos e de rasgo e condução a velocidade. Depois do Halloween, brilhou o Diablito.
Alexander Bah: Não esteve isentos de erro, mas mostrou, logo no início do jogo, um dos momentos onde mais tem crescido nesta época. Favorecido pelo posicionamento de Dodi Lukebakio, aberto à direita, apareceu por dentro para pisar a área e finalizar, vendo Matheus Mendes segurar o resultado com uma das defesas da época. Está cada vez mais refinado nesta capacidade para interpretar os espaços e procurar zonas de finalização.
Isaac James: Teve um papel dificílimo, dada a rotação dos posicionamentos defensivos do Alverca, que procurava subir linhas em 4-4-2, com Francisco Chissumba mais subido, e, em bloco baixo, assumia o 5-4-1. Com o ala esquerdo mais dinâmico, o central pela esquerda foi também muito exigido, com várias coberturas e lances em cima de Dodi Lukebakio. Cumpriu bem as exigências.
Chiquinho: Cada vez mais desenvolto nesta nova função pela direita. Não tem tanto protagonismo em zonas mais baixas como quando joga pela esquerda, mas conseguiu por diversas vezes ter impacto e influência no último terço, a desequilibrar e acelerar. Jorge Jesus esteve no Estádio da Luz e, não sendo um dos nomes mais óbvios, é um daqueles jogadores para o selecionador ter, pelo menos, no radar.