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, pela oitava rodada do Campeonato Francês, foi transferida de domingo, 25, para segunda-feira, 26 de outubro. O duelo, que estava marcado para as 16h45 (horário de Brasília), será disputado às 16h30, no Parc des Princes, em Paris. A mudança ocorreu após a prefeitura de polícia da capital francesa proibir a realização do jogo na data original, diante da previsão de novas manifestações no país.
A decisão foi motivada pela necessidade de concentrar policiais para lidar com os protestos previstos para este fim de semana. As mobilizações ocorrem uma semana depois de manifestações que terminaram em episódios de violência e saques em diferentes cidades francesas.
Embora a Liga de Futebol Profissional da França (LFP) inicialmente tenha resistido à alteração, a determinação das autoridades prevaleceu. A entidade confirmou a nova programação em acordo com a emissora responsável pela transmissão do campeonato.
A mudança de calendário fará com que o confronto aconteça na mesma noite da cerimônia da , em Londres. Entre os jogadores do PSG indicados ao prêmio estão Ousmane Dembélé, vencedor da edição anterior, Khvicha Kvaratskhelia e Vitinha.
O duelo também tem importância para a disputa pela liderança da Ligue 1. PSG e Lyon chegam à oitava rodada entre os primeiros colocados, empatados com 14 pontos, e o resultado pode alterar a classificação do campeonato.
Outro evento esportivo de grande porte está previsto para domingo na região de Paris: a partida entre Pittsburgh Steelers e New Orleans Saints, válida pela temporada regular da NFL, no Stade de France. O jogo de futebol americano foi mantido na programação, apesar da mobilização policial esperada para o fim de semana.
A França vive uma turbulência provocada por protestos violentos que começaram com a insatisfação popular por cortes no orçamento. Centenas de pessoas foram presas nas manifestações e cerca de mil policiais ficaram feridos.
O país enfrenta uma realidade de toques de recolher em algumas cidades, e o governo reavalia a estratégia para conter a confusão nas ruas. As reivindicações sobre a alta da inflação nas contas domésticas se transformou em protestos também em países como Portugal, Bélgica e Albânia.