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Richarlison, atacante com passagens pela Seleção Brasileira e que atualmente defende o Tottenham, da Inglaterra, ironizou a ida de Flávio Bolsonaro (PL) aos Estados Unidos nesta terça-feira (27).
Por meio de uma publicação feita em sua conta oficial no Instagram, que possui mais de 21 milhões de seguidores, o centroavante reagiu à viagem do candidato à presidência na eleição encerrada no último domingo (25) com imagens, geradas por IA (Inteligência Artificial), promovendo uma suposta invasão à ilha em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.
"Então não tem ninguém na ilha, né?", escreveu o jogador.
Nos comentários do post, Neymar rebateu, com ironia, o ex-companheiro de time canarinho.
"Da próxima vez, lê o contrato, seu moleque", respondeu o meia santista, com alguns emotes de risada.
Neymar e Richarlison dividiram o campo pela Seleção Brasileira em diversas oportunidades, entre 2018 e 2023. Juntos, foram titulares na Copa do Mundo de 2022. O atacante tem o astro do Peixe como um dos seus principais ídolos.
A "Ilha do Richarlison", como as imagens dizem, é uma mansão localizada na Baía da Ribeira, em Angra dos Reis, no litoral fluminense, que, supostamente, foi adquirida pelo atleta em 2020.
O atacante do Tottenham afirma que investiu R$ 10 milhões na aquisição do local, mas perdeu os direitos após decisões favoráveis à empresa ligada ao advogado Willer Tomaz, próximo à Flávio.
O jogador acusa a dupla de uma manobra para retirar sua posse, enquanto os dois dizem que Richarlison "caiu em um golpe" na compra.
A coluna Grande Angular, do Metrópoles, noticiou que Flávio havia embarcado em um voo com destino aos Estados Unidos. Segundo o site, a aeronave já estava no ar com destino à Flórida. Pessoas próximas à família do senador teriam confirmado a informação.
Segundo a coluna Igor Gadelha, também do Metrópoles, a saída teria sido organizada de última hora por um grupo restrito de aliados no Brasil e nos Estados Unidos, para evitar vazamentos.
Os aliados brasileiros teriam ficado responsáveis por viabilizar a viagem, enquanto os que vivem nos Estados Unidos teriam ajudado a organizar a entrada no país.