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O jogo entre Palmeiras e Vasco, válido pela Copa do Brasil, gerou polêmica por conta da atuação do árbitro Anderson Daronco, especialmente em relação ao toque da bola no braço de Alexander Barboza.
Após o lance controverso, Daronco optou por interpretar a jogada como uma disputa pela bola e não como um bloqueio. Ele considerou que o toque foi feito com o braço relativamente abaixado, embora um pouco aberto, e não acima da linha do ombro, mantendo assim a decisão de não marcar a penalidade.
Esta decisão de Daronco não agradou a todos, e ex-árbitros têm se manifestado em discordância, destacando que o lance tem sido alvo de intenso debate entre torcedores e especialistas em arbitragem.
Nos bastidores, o clube do Vasco tem buscado entender melhor a situação, mantendo conversas com a diretoria de arbitragem da CBF. No entanto, até o momento da publicação dessa matéria, nenhuma reunião específica foi agendada para que os audios do VAR sejam ouvidos.
Daronco, que estava em campo, deu indicações de que viu a jogada de maneira distinta, enquanto o VAR Rodrigo D’Alonso acompanhava a ocorrência do lance. Essa diferença de interpretação gerou ainda mais incômodo entre os torcedores vascaínos.
Outra situação que também gerou descontentamento foi a expulsão do zagueiro Saldívia após receber o segundo cartão amarelo. Daronco alegou que a falta tática sobre o jogador do Palmeiras, Victor Roque, justificava a sanção.
A orientação da comissão de arbitragem ainda estabelece que o VAR deve intervir apenas em situações que sejam claras e objetivas, não cabendo a ele decidir em lances que dependem de interpretação. Assim, o Vasco viu-se em desvantagem durante a partida, que terminou em 1 a 0 a favor do Palmeiras.
No próximo encontro entre as equipes, marcado para este domingo em São Januário, o Vasco enfrentará a pressão de tentar reverter a situação com um jogador a menos e a necessidade de marcar ao menos um gol para se manter vivo na competição.