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O novo Grêmio, de Renato, mais organizado, menos espaçado e muito mais comprometido e energizado, compete contra qualquer adversário. E sonha com o título da Copa do Brasil.
Primeiro, a mobilização de Renato, saiu do Z-4 com duas vitórias seguidas, algo que seu antecessor, Luis Castro, nunca conseguiu no Brasileirão. E agora, a terceira, abrindo ótima vantagem de 2 a 0 sobre o Galo, na Arena.
Um time lutador, marcação agressiva, quase sempre com vantagem numérica nos duelos: 3x2, 2x1. O modelo com três zagueiros e o espírito solidário de Amuzu, Enamorado e Vini para ajudar a defesa permitiu que o Grêmio jogasse por uma ou duas bolas.
O Galo girou a bola o tempo todo, finalizou muito a esmo e, quando acertou, parou em Weverton. O Grêmio se postou atrás, agredindo em estocadas. O sonho do hexa está vivo.
Nada definido — inclusive no Brasileirão contra o Z-4 — mas não se pode duvidar de Renato no Grêmio. A Arena e o jogo em si lembraram aquela magia dos anos 1990.