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O Real Madrid divulgou um pedido público de desculpas ao povo chinês após críticas geradas por uma declaração de Kylian Mbappé, que mencionou um meme em que seu rosto aparece sobreposto ao do ex-líder chinês Mao Tsé-Tung. A polêmica levou à suspensão das transmissões da LaLiga na China.
O clube espanhol expressou profundo respeito pela China, sua história, cultura e cidadãos, além de se solidarizar com os milhões de torcedores chineses que acompanham o Real Madrid. A nota oficial acompanha o pedido de desculpas feito pelo próprio Mbappé, que lamentou suas palavras e reafirmou seu respeito pelo povo chinês.
A polêmica teve origem em um vídeo no qual Mbappé afirmou que o meme que mais o faz rir é aquele que o mostra como um ditador chinês. O atacante explicou que usa a brincadeira entre amigos e que não teve intenção de ofender ninguém. Apesar disso, o vídeo provocou reação negativa, resultando no cancelamento de contratos publicitários do jogador na China.
Além do Real Madrid, a LaLiga também se manifestou, com o presidente Javier Tebas pedindo desculpas ao povo chinês e reconhecendo o impacto das falas do atacante. Tebas ressaltou a importância da relação construída ao longo dos anos com a China, suas autoridades e fãs, e afirmou que a liga está tomando medidas para reparar o dano e preservar os vínculos com o país.
Os memes que associam Mbappé a ditadores circulam desde 2024, ganhando força durante a Copa do Mundo, com montagens que o colocam ao lado de figuras como Kim Jong Un e Joseph Stalin.
Jogadores como Ousmane Dembélé começaram a chamar o atacante de "Mobutu" para ironizar a forte influência e liderança que ele exercia nos bastidores e nas decisões táticas, algo que herdou da fama de "gerente" no PSG. O nome faz referência a Mobutu Sese Seko, o conhecido ditador do antigo Zaire (atual República Democrática do Congo).
*Materia gerada por inteligência artificial e revisada por humanos