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Neymar surge irreconhecível após recorrer a procedimento estético para mudar a aparência

Jogador chamou a atenção ao recorrer à radiofrequência monopolar, tecnologia que estimula a produção de colágeno e promete melhorar o aspecto da pele sem cirurgia; especialista explica os benefícios, resultados e possíveis riscos

Resumo
Neymar chamou a atenção ao aderir à radiofrequência monopolar, procedimento estético não cirúrgico que aquece a pele para estimular o colágeno e combater a flacidez facial. Segundo a médica Fernanda Nichelle, a técnica melhora a firmeza e o contorno de forma progressiva, mas difere de um lifting cirúrgico e varia para cada indivíduo. A especialista alerta que o método não é universal e exige avaliação profissional prévia para evitar riscos como queimaduras ou perda inadequada de gordura.

Neymar voltou a despertar a curiosidade do público, desta vez por um motivo que vai além dos gramados. O jogador recorreu a um tratamento estético voltado para melhorar a firmeza da pele e combater os sinais de flacidez. O procedimento, conhecido como radiofrequência monopolar, tem conquistado espaço entre aqueles que desejam cuidar da aparência sem precisar passar por uma intervenção cirúrgica.

Neymar (Divulgação)
Neymar (Divulgação)

A técnica utiliza energia para provocar um aquecimento controlado nas camadas da pele, estimulando a produção e a reorganização do colágeno, proteína fundamental para manter a sustentação, a elasticidade e a firmeza dos tecidos.

Embora o tratamento tenha ganhado visibilidade por sua associação ao craque, especialistas ressaltam que os resultados não são imediatos nem iguais para todos os pacientes. A médica especialista em estética Dra. Fernanda Nichelle explica como a tecnologia funciona, quais mudanças podem ser esperadas e os cuidados necessários antes de realizar o procedimento.

Como funciona o tratamento estético realizado por Neymar?

A radiofrequência monopolar é uma tecnologia utilizada em tratamentos estéticos para estimular o colágeno e amenizar a flacidez da pele.

Durante a aplicação, o equipamento emite energia que aquece os tecidos de maneira controlada. Esse estímulo térmico desencadeia uma resposta natural do organismo, favorecendo a remodelação das fibras de colágeno e contribuindo para uma aparência mais firme.

Segundo a Dra. Fernanda Nichelle, o procedimento pode proporcionar melhorias na sustentação da pele, mas sua eficácia depende de fatores individuais.

"A radiofrequência monopolar aquece as camadas da pele de forma controlada, estimulando uma resposta do organismo que favorece a remodelação do colágeno. Com isso, é possível obter uma melhora na firmeza da pele. Mas não é um resultado igual para todo mundo, porque depende da idade, da qualidade da pele e do grau de flacidez", explica a médica.

A especialista destaca que características como idade, condições da pele e intensidade da flacidez influenciam diretamente a resposta ao tratamento.

Procedimento pode mudar o contorno do rosto?

Uma das principais dúvidas sobre a radiofrequência monopolar está relacionada à possibilidade de melhorar a definição facial.

A tecnologia pode contribuir para uma aparência mais firme e proporcionar alterações discretas no contorno do rosto, especialmente em pessoas que apresentam flacidez leve ou moderada.

Entretanto, os efeitos não devem ser confundidos com os resultados de procedimentos cirúrgicos, que permitem retirar o excesso de pele e reposicionar estruturas faciais.

Fernanda ressalta que a avaliação individual é indispensável para determinar se o tratamento é adequado e quais benefícios podem ser alcançados.

"É importante alinhar as expectativas. O procedimento pode melhorar a firmeza e o contorno em pacientes bem indicados, mas não tem o mesmo efeito de um lifting cirúrgico. Antes de escolher a técnica, precisamos avaliar o rosto, a qualidade da pele e o que realmente incomoda o paciente", ressalta Fernanda.

Dessa forma, a radiofrequência monopolar pode ser uma alternativa para determinados pacientes que desejam melhorar a qualidade da pele sem recorrer à cirurgia, desde que exista indicação adequada.

Quando os resultados começam a aparecer?

Apesar de algumas mudanças poderem ser percebidas logo após a aplicação, os efeitos relacionados ao estímulo de colágeno acontecem progressivamente.

Isso ocorre porque o organismo precisa de tempo para produzir e reorganizar as fibras responsáveis pela sustentação da pele.

Assim, os resultados podem se desenvolver ao longo das semanas e dos meses seguintes ao procedimento.

A intensidade das mudanças varia conforme a resposta biológica de cada paciente, as características da pele e o grau de flacidez apresentado antes do tratamento.

Por esse motivo, especialistas recomendam cautela diante de promessas de transformações imediatas ou resultados semelhantes aos de uma cirurgia plástica.

Tratamento apresenta riscos e exige cuidados

Embora seja considerado um procedimento não cirúrgico e não envolva incisões, a radiofrequência monopolar não está livre de possíveis efeitos adversos.

Entre as reações que podem ocorrer após a aplicação estão vermelhidão, inchaço e sensibilidade temporária na região tratada.

Em determinadas situações, também existe o risco de queimaduras e alterações indesejadas no volume de gordura facial, especialmente quando a energia não é aplicada de maneira adequada.

Por isso, a realização do tratamento exige avaliação prévia e atenção às características individuais de cada paciente.

A escolha da tecnologia, a intensidade da energia utilizada e a região de aplicação precisam ser cuidadosamente consideradas para reduzir os riscos e buscar resultados seguros.

Especialista faz alerta sobre tratamentos populares entre famosos

A associação de procedimentos estéticos a celebridades costuma despertar o interesse de pessoas que desejam alcançar resultados semelhantes.

No entanto, Fernanda Nichelle alerta que a popularidade de determinada tecnologia não significa que ela seja indicada para todos.

A médica explica que cada paciente apresenta necessidades específicas e que a escolha de um tratamento deve levar em consideração fatores como idade, estrutura facial, qualidade da pele e expectativas em relação aos resultados.

"Quando um tratamento ganha visibilidade entre pessoas famosas, é natural que desperte curiosidade. Mas o que funciona para uma pessoa pode não ser a melhor opção para outra. O mais importante é avaliar cada caso e entender os limites da tecnologia antes de realizar o procedimento", conclui a médica.

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