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“No creo en brujas, pero que las hay, las hay”.
O colonizado e estadunidense Halloween está entre as 818 mil coisas que odeio. E, na noite deste sábado (31), o ódio, normalmente gratuito, foi mais que justificado! A bruxa solta impediu o hepta da Libertadores das Brabas e premiou a equipe mais valente, corajosa e raçuda, a equipe do Cruzeiro!
Tudo parecia doce para o Corinthians, que fez 2 a 0 no primeiro tempo. No segundo, fez 3 a 0 e, já na fase final do jogo, 4 a 2. Só que o time paulista não contava com a travessura cabulosa da Raposa. As mineiras buscaram o empate nos acréscimos e, nos pênaltis, mesmo desperdiçando dois pênaltis e dando duas chances para o Corinthians, ficaram com a merecida conquista.
O Corinthians, pelo retrospecto e pela tradição, entrou em campo como favorito. Na fase de grupos, fez 2 a 0 no Colo-Colo, 7 a 0 no Caracas e 5 a 1 no Independiente Santa Fe. Nas quartas de final, 5 a 0 no Independiente Dragonas (24). Na semifinal, 2 a 1, de virada, no Independiente Santa Fe. E, na grande final, pipocou no jogo (4 a 4) e nos pênaltis (4 a 5).
Brasileiríssimo e, pois, torcedor do clube mais brasileiro, além de autodeclarado presidente corinthiano, não desacredito em inferno astral, em energias negativas, em círculos viciosos.... Eu não acredito em bruxas, mas que elas existem, existem...
Memphis, que, registre-se, ganha muito mais do que todas as brabas somadas, fez escola. Patéticas e inclassificáveis as cobranças de Jaqueline e Giovanna Fernandes!
Eu sou o Vitor Guedes e tenho um nome a zelar. E zelar, claro, vem de ZL! É tudo nosso! É nóis aqui no iG com a coluna Vitão Raiz!