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Lewis Hamilton acredita ter características que o diferenciam dos pilotos que passaram pela Fórmula 1 nos últimos 70 anos. Aos 41 anos, o heptacampeão afirmou que sua trajetória rompeu expectativas sobre os efeitos da idade no desempenho e não descartou continuar na categoria até a década de 2030.
“Primeiro, nunca houve alguém como eu aqui nesses 70 anos. Sinto que fui construído de maneira diferente.”
Hamilton também contestou a ideia de que os reflexos diminuem necessariamente com o avanço da idade e citou sua reação na corrida anterior como exemplo, afirmando que foi mais rápido do que a de alguns dos pilotos mais jovens do grid.
O piloto atribuiu sua capacidade de seguir competitivo à dedicação aos treinamentos e ao cuidado com a preparação mental. Embora reconheça que novos desafios podem surgir com o passar dos anos, Hamilton garantiu que continua motivado:
“Ainda amo o que faço e estou totalmente envolvido. Continuarei assim no futuro próximo.”
Seu contrato atual com a Ferrari termina em 2027, com possibilidade de extensão. Questionado sobre a chance de permanecer na F1 até a chegada do GP da África, previsto para 2030, Hamilton não descartou essa possibilidade, mas ressaltou que sua continuidade dependerá do rendimento. O britânico afirmou que não pretende prolongar a carreira caso perceba uma queda significativa de ritmo ou desempenho.